terça-feira, 16 de março de 2010
INVESTIMENTOS NA EDUCAÇÃO
Da Redação
Em São Paulo
Dados divulgados pelo MEC (Ministério da Educação) ao UOL mostram que diminuiu a desigualdade de investimentos entre a educação superior e a educação básica brasileiras.
Em 2000, essa diferença era de 11 vezes, em 2008 caiu para 5,6 vezes, o que, segundo o MEC, está próximo do patamar da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne os países ricos.
sábado, 13 de março de 2010
COMO CRIAR O HÁBITO DO DIÁLOGO COM OS FILHOS?

COMO CRIAR O HÁBITO DO DIÁLOGO COM OS FILHOS?
Uma das grandes maravilhas de ser humano é o seu poder de dialogar, trocar idéias e experiências, compartilhar emoções, negociar, discutir e ... amar.
Somos mais inteligentes do que falamos. Pois a fala é somente um dos meios de comunicação entre dois seres pensantes. Os surdos e mudos têm a linguagem dos sinais, regida pela LIBRAS, linguagem brasileira de sinais. Há especialistas em leituras labiais e em linguagens extraverbais.
Um nenê já gesticula, solta sons, acena, bate palmas, mexe a cabeça, sorri, fica sério, chora, resmunga antes mesmo de falar. É um fato universal, não importa a cultura. Para mim, o pensamento precede as palavras.
Em geral o bebê já conversa com sua mãe com sons, vogais e poucas consoantes, sem palavras formadas. Com 12 meses, já usa as primeiras quatro palavras. Com 21 meses, seu vocabulário já conta com 20 palavras; e eles entendem muito mais.
Se uma criança nascesse e não tivesse nenhum contato com humanos, como o herói de aventuras Tarzan, o homem macaco criado por Burroughs, ou Mowgli, idealizado por Rudyard Kipling, ela deixaria de desenvolver a área cerebral da fala e seus respectivos correlatos cerebrais, alguns dos quais impossíveis de serem recuperados totalmente posteriormente. É o que acontece com os sotaques das pessoas que aprendem outras línguas após a puberdade.
Para falar, um nenê tem que pensar. Quanto mais cedo pensar, mais vai querer falar, e quanto mais falar, mais vai ter que pensar. É por isso que um dos meios de aclarar, organizar e amadurecer as idéias e desenvolver os pensamentos é simplesmente falar o que estiver pensando. Não se fala uma idéia sem sentido, mas pensar sem sentido é muito comum.
Um dos grandes motivos do esfriamento dos relacionamentos entre pais e filhos é a falta de comunicação verbal entre eles, mesmo que estejam emitindo mensagens extraverbais o tempo todo.
Quando um pai chega em casa, irritado, cansado, preferindo descansar em frente da televisão, mesmo calado, ele está passando a mensagem de que não quer ninguém por perto.
Quando uma mãe chega falando em casa, reclamando da bagunça, direto a preparar algo para todos comerem, cobrando de tudo e de todos, ela já passou a mensagem da sua posição e ninguém gosta de ficar por perto.
Assim, cada vez mais todos acabam ficando mais distantes uns dos outros, mesmo que convivam numa mesma casa. O que deveria ser um happy hour vira uma tragic hour.
Algumas dicas emergenciais para que o companheirismo volte ao lar:
•Todos, ao chegarem em suas casas, têm meia hora para fazer o que quiserem, desde que não incomodem outros presentes;
•É da responsabilidade de quem ficou em casa deixá-la em ordem: exigências crescem de acordo com a idade. Não é tarefa de mãe arrumar bagunças de ninguém;
•O jantar deveria ser o happy hour: Não está com fome? Peça que todos se sentem junto, mesmo assim, pois o que importa é a companhia, a conversa, o alimento da alma;
•Quem não jantar na hora, vai ficar sem comer até a manhã do dia seguinte. Ninguém morre de fome em casa que tem comida, mas o comer a qualquer hora estraga qualquer qualidade de vida;
•Jantar não é hora de cobranças, mas sim de contar "causos" interessantes, piadas, aventuras, dar feedbacks do que está fazendo, perguntar como andam os projetos de cada um, compartilhar lembranças e sonhos;
•Quem não dedica um tempo para conversar, jogar papo fora, orientar, aconselhar, fazer cobranças e espera que tudo aconteça, nunca terá este tempo. Ninguém fabrica tempo, cada um tem o seu. Já não há mais tanto tempo para realizar todos os desejos;
•Após o jantar ninguém sai, nem assiste TV, nem usa o computador, nem dorme. É hora de fazer as obrigações. Não pode dormir enquanto não terminar. Nada de "amanhã cedo eu faço". Sacrifícios destes mais fortaleceram que mataram filhos. Se forem dormir, os pais têm que acordá-los para terminar;
•Pais bonzinhos são "bobinhos", pois estão financiando a falta de formação e de educação (formação do futuro cidadão ético). Pais poupadores, que não impõem o cumprimento das obrigações dos filhos nem cobram bons resultados podem formar "príncipes esperadores" de heranças e de prêmios sem comprar bilhetes no lugar de terem filhos empreendedores.
PARABÉNS PARA SAMANTA, CARLA E IAPONAM.
Parabéns e muitas felicidades...
Samanta...
Carla Karina...
Iaponam...
Todos que fazem a ESSEC desejam para vocês toda sorte nessa nova caminhada.
quarta-feira, 10 de março de 2010
2º MOTOCROSS ENTRE AMIGOS
terça-feira, 9 de março de 2010
Faculdade, Centro Universitário e Universidade.
Simone Harnik
Em São Paulo
Você até pode ouvir um monte de siglas para os nomes das instituições de ensino superior, mas a verdade é que só existem três tipos delas no Brasil: as universidades, os centros universitários e as faculdades.
E qual a diferença na prática? Segundo Ivelise Fortim, professora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e coautora do livro "Orientação Profissional Passo a Passo", basicamente, é uma só: "Quando você está dentro da universidade, tem maior chance de participar de pesquisas e de fazer iniciação científica [projeto de estudos durante a graduação]".
Tudo depende, de acordo com Ivelise, do interesse do estudante: "Se ele tem a intenção de voltar sua formação somente para a entrada no mercado de trabalho, tanto faz o tipo de instituição que escolher", aponta.
É claro que esta é uma generalização, já que há faculdades que fazem pesquisa séria, têm trabalhos com a comunidade e boa qualidade de ensino. Ao mesmo tempo, também existem universidades que deixam a desejar nas condições de ensino.
Por isso, na hora de escolher, é preciso ficar atento se a instituição de ensino cumpre o que é exigido pelo MEC (Ministério da Educação) e pela lei brasileira.
Universidade
As universidades devem oferecer, obrigatoriamente, atividades de ensino, de pesquisa e de extensão (serviços ou atendimentos à comunidade) em várias áreas do saber. Elas têm autonomia e podem criar cursos sem pedir permissão ao MEC.
As federais são criadas somente por lei, com aprovação do Congresso Nacional. As particulares podem surgir a partir de outras instituições como centros universitários.
Os requisitos mínimos são os seguintes:
• Um terço do corpo docente, pelo menos, deve ter título de mestrado ou doutorado. Quanto maior a titulação dos professores, mais tempo de pesquisa e mais experiência para transmitirem aos estudantes.
• Um terço do professorado deve ter contrato em regime de tempo integral - esses são os profissionais que costumam oferecer maior dedicação à instituição. Quando um docente é contratado para poucas aulas, normalmente, tem menos tempo para atender os universitários e para desenvolver projetos de pesquisa e extensão.
• Desenvolver, pelo menos, quatro programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) com boa qualidade - um deles deve ser de doutorado.
Centro universitário
Os centros universitários, assim como as universidades, têm graduações em vários campos do saber e autonomia para criar cursos no ensino superior.
Em geral, são menores do que as universidades e têm menor exigência de programas de pós-graduação. No entanto, há algumas regras que eles precisam cumprir:
• Ter, no mínimo, um terço do corpo docente com mestrado ou doutorado.
• Ter, pelo menos, um quinto dos professores contratados em regime de tempo integral (observe que o percentual é menor do que o exigido nas universidades).
Faculdade
As faculdades são instituições de ensino superior que atuam em um número pequeno de áreas do saber. Muitas vezes, são especializadas e oferecem apenas cursos na área de saúde ou de economia e administração, por exemplo.
Outra diferença para os centros universitários e universidades é a seguinte: quando uma faculdade pretende lançar um curso, ela tem de pedir autorização do Ministério da Educação - ou seja, não tem autonomia para criar programas de ensino. Contudo, as faculdades devem cumprir uma exigência:
• O corpo docente tem de ter, no mínimo, pós-graduação lato sensu - normalmente menores do que os mestrados e doutorados.
sábado, 6 de março de 2010
XVI EPEPe - Encontro Potiguar dos Estudantes de Pedagogia
Programação:
Apresentação Cultural, Palestras, Minicursos, Oficinas e Apresentação de Trabalhos.
A Professora Delane Suassuna proferiu a palestra "Educação e Novas Tecnologias"; O aprender e o Ensinar frente aos novos e velhos paradígmas educacionais.
Reflexão da PALESTRA:
Tô ficando velha !!!
Um dia desses, às 2 da manhã, peguei o carro e fui buscar minha filha adolescente na saída de um show.
Ela e as amigas estavam eufóricas e eu ali, meio dormindo, meio de pijama, tentei entrar na conversa.
- "E aí, o show foi legal".
A resposta veio de uma mais exaltadas do banco de trás:
- "Cara! Tipo assim, foda!".
E outra emendou:
- "Tipo foda mesmo!"
Fiquei, tipo assim..., calada o resto do percurso, cumprindo minha função de motorista. Tô precisando conversar um pouco mais com minha filha, senão logo logo vamos precisar de tradução simultânea.
Pra piorar ainda mais, inventaram o ICQ, essa praga da internet onde elas ficam horas e horas escrevendo abobrinhas umas pras outras, em código secreto. Tipo assim:
- "Kct! vc tmb nunk tah trank,kra. Eh d+, sl. T+ Bjoks. Jubys".
O que significa...!!!!
- "Cacete! Você também nunca está tranqüila, cara. É demais, sei lá. Até mais, beijocas. Jubys".
Jubys, que deve ser pronunciado "diúbis". Só que este é o nome de batismo de minha filha Júlia, um nome bonito, cujo significado é "cheia de juventude", que eu e meu marido escolhemos, sentados na varanda, olhando a lua...
Pois Jubys é hoje essa personagem de cabelo cor de abóbora, cheia de furos na orelha que quer encher o corpo de piercings e tatuagens.
Tô ficando velha !!!
Outro dia tentei explicar pro mesmo bando de adolescentes o que era uma máquina de escrever. Nunca viram uma. A melhor definição que consegui foi:
- É tipo assim um computador que vai imprimindo enquanto você digita.
Acho que não entenderam nada. Eu sou do tempo do mimeógrafo. Pra quem não sabe, é uma máquina que você coloca
álcool e gira uma manivela pra imprimir o que está na folha matriz.
Por sua vez, essa matriz precisa ser datilografada (ver "datilografia" no dicionário) na tal máquina de escrever, sem a fita (o que faz com que você só descubra os erros depois do trabalho feito), com o papel carbono invertido... Tipo... é melhor você procurar na internet que deve haver algum site sobre mimeógrafo, papel carbono, essas coisas.
Se eu ficar explicando cada vocábulo descontinuado, não vou conseguir acompanhar meu próprio raciocínio.
Voltando às garotas, a cultura cinematográfica delas varia entre a "obra" de Brad Pitt e a de Leonardo de Caprio. Há anos tento convencê-las a ver "Cantando na Chuva", mas sempre fica para depois.
Um dia, cheguei entusiasmada em casa com a fita de um filme francês que marcou minha infância: "A guerra dos botões". Chamei a Jubys para a exibição solene e a coisa não durou nem 5 minutos, pois ela inventou "um trabalho de história sobre a civilização greco-romana que tem que entregar tipo amanhã, senão perde ponto".
Uma amiga me contou que o filho de 10 anos ficou espantado quando viu um telefone de discar. Sabe telefone de discar É tipo assim um aparelho sem teclas, geralmente preto, com um disco no meio, todo furado, onde cada furo corresponde a um algarismo. Você enfia o dedo indicador no buraco correspondente ao número que precisa registrar, gira o negócio até uma meia lua de metal e solta a roleta, que lá por dentro está presa a uma mola que a faz voltar a posição inicial.
Esse aparelho serve para conversar com outra pessoa, como qualquer telefone comum, desde que esteja, é claro, conectado na parede. Eu sou do tempo em que vidro de carro fechava com maçaneta. E o Fusca tinha estribo e quebra vento.
Não espalha, mas eu andei de Simca, Chambord, de DKW, Gordini, Aero Willis e até de Romiseta.
Não dá pra explicar aqui o que era uma Romiseta, só vou dizer que era tipo assim um veículo automotivo, com 3 rodas, que a gente entrava pela frente e a direção era grudada na porta.
Procure na internet, deve haver um site. Tá bom, tá bom, confesso mais. Usei Camisa Volta ao Mundo, casaquinho de Banlon, assisti à Jovem Guarda, ao Direito de Nascer... mas é mentira essa história de que meu primeiro disco gravado foi em 78 rotações.
Há pouco tempo, João, meu filho de 8 anos, pegou um LP e ficou fascinado. Botei pra tocar e mostrei a agulha rodando dentro do sulco do vinil.
Expliquei que aquele atrito gerava o som que estávamos escutando... mas aí ele já estava jogando o Pokemon Stadium no Game Boy. Não é que ele seja desinteressado, eu é que fiquei tipo patinando nos detalhes.
Ele até que é bastante curioso e adora ouvir as "histórias do tempo em que eu era criança".
Quando contei que a TV, naquela época, era toda em preto e branco, ele "viajou" na idéia de que o mundo todo era em preto e branco e só de uns tempos para cá é que as coisas começaram a ganhar cores.
Acho que de certa forma ele tem razão.
Tipo assim.........
sexta-feira, 5 de março de 2010
INTERCÂMBIO BRASIL ÁFRICA DO SUL


A escolha da África do Sul como destino para aprender inglês pode parecer exótica para alguns brasileiros, mas o país já está entre as dez principais rotas educacionais, segundo informações da Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association) -considerada pela Language Travel Magazine, por dois anos consecutivos, a melhor associação de agentes de intercâmbio do mundo.
O sistema educacional da África do Sul vem se reestruturando desde o fim do "apartheid" (separação de raças) no país. "Nos últimos cinco anos, o governo sul-africano tem investido muito em educação, mas só agora está expondo isso ao mundo", explica o diretor financeiro da Belta, César Bastos. "A qualidade do ensino no país ainda não é conhecida por grande parte dos brasileiros, que só tem notícias de suas belezas naturais e seus problemas sociais".
Com paisagens exuberantes e clima semelhante ao do Brasil, o país tem se mostrado uma boa opção para estudantes que buscam mais do que aprender uma segunda língua. No nível de pós-graduação, muitos estudantes brasileiros optam pelo país por causa das pesquisas em áreas relacionadas à epidemiologia de doenças tropicais e reestruturação urbana.
O câmbio favorável e o custo de vida acessível têm ajudado o país a se popularizar entre os estudantes brasileiros. Além disso, estudar na África do Sul é mais barato se comparado aos destinos tradicionais, como os Estados Unidos e a Inglaterra. "Em média, o aluno paga US$ 1.200 por um curso de quatro semanas na África do Sul. Esse preço sobe para US$ 1.300 no Canadá, US$ 1.900 nos Estados Unidos e cerca de US$ 2.000 na Inglaterra", aponta Bastos.
A facilidade de entrada é um outro atrativo do país. Para estudar na África do Sul por até 90 dias, os brasileiros não precisam de visto. Porém o estudante que deseja visitar o país deve estar ciente de que é preciso tomar vacina contra a febre amarela. Os tratamentos médicos são pagos no país. Por isso, recomenda-se fazer um bom seguro de saúde antes de sair do Brasil.
Aprendizado rico
O país tem onze línguas oficiais (inglês, africâner, zulu, xhosa, isindebele, northern sotho, southern sotho, isiswati, tsonga, tswan e venda). O inglês, falado em todas as províncias, é a língua usada para negócios.
O aprendizado não se restringe ao horário das aulas. A versatilidade cultural da África do Sul oferece a possibilidade de conhecer animais raros e diferentes aldeias. Nas principais cidades e vilas, encontram-se mercados de rua com arte africana de diferentes estilos, além de centros comerciais que funcionam como zona de lazer, a exemplo do Victoria e do Alfred Waterfront, nas docas da Cidade do Cabo.
Em Pretória, capital administrativa do país, há prédios modernos e construções elegantes de influência européia. Na reserva de Kruger Park -a mais famosa-, há centenas de espécies de pássaros e animais selvagens, como búfalo, elefante, leão, leopardo e rinoceronte. No país, podem-se ver também as impalas, zebras, girafas, hipopótamos e plantas que não são encontradas em outras regiões.
Durban, principal cidade da Província de Kwazulu-Natal, é um importante porto do Oceano Índico. A cidade é jovial e descontraída, com várias opções de restaurantes e bares de frente para o mar. A Cidade do Cabo -uma das regiões mais bonitas do país- tem clima agradável e flora exuberante. É nessa região em que são produzidos os melhores vinhos sul-africanos.
A África do Sul tem três capitais: Pretória (administrativa), Cidade do Cabo (legislativa) e Bloemfontein (judiciária). No total, o país tem hoje 44,7 milhões de habitantes.
Fonte: educacao.uol.com.br

