quarta-feira, 18 de agosto de 2010

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pais barram filhos deficientes em escolas comuns, aponta pesquisa

As barreiras que dificultam a inclusão de crianças com deficiência em escolas comuns não são apenas físicas. Muitas vezes, elas começam na própria casa, segundo reportagem de Antônio Gois e Claudia Collucci publicada na edição destas segunda-feira da Folha (íntegra somente para assinantes do jornal ou do UOL).

Silvia Zamboni/Folhapress
Kaio tem problema de locomoção e de fala. Pai conta que ele ficou "todo animado" após ser aceito na rede pública de SP
Kaio tem problema de locomoção e de fala. Pai conta que ele ficou "todo animado" após ser aceito na rede pública de SP

Segundo o texto, uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social com 190 mil famílias que recebem o Benefício de Prestação Continuada, por terem em casa criança ou jovem com deficiência, física ou intelectual, mostrou que a maioria (53%) das famílias cujas crianças não estavam na escola apontou como razão o fato de considerar que os filhos não tinham condições de aprender.

A coordenadora-geral de acompanhamento dos beneficiários, Elyria Credidio diz ainda que as dificuldades para matricular essas crianças em escolas regulares não se restringem a famílias de baixa renda. Enquanto em escolas públicas o percentual desses alunos na mesma sala que os demais chega a 70%, na rede privada, o percentual de incluídos é de apenas 8%.

Fonte: UOL Educação.

domingo, 15 de agosto de 2010

XXVII FEIRA DA CULTURA

XXVII FEIRA DA CULTURA - PATU/RN

PROGRAMAÇÃO:

DIA 07/09 - TERÇA FEIRA
FERRO NA BONECA


DIA 08/09 - QUARTA FEIRA
CHEIRO DE MENINA


DIA 09/09 - QUINTA FEIRA
GERALDINHO LINS


DIA 10/09 - SEXTA FEIRA
BANDA GRAFITH


DIA 11/09 - SÁBADO
BANDA FERAS


DIA 12/09 - DOMINGO
ZELEZIN E MUNICIPAL SANTOS

DIA 13/09 - SEGUNDA FEIRA
MAGNÍFICOS


DIA 14/09 -TERÇA FEIRA
SAIA RODADA


Agora é só aguardar!

sábado, 14 de agosto de 2010

Enem 2010

Enem 2010: preço de pré-teste das questões sobe de R$ 939,5 mil para R$ 6,191 milhões

Da Redação
Em São Paulo

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) vai gastar R$ 6,191 milhões para realizar o pré-teste do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2010. No ano passado, o valor desembolsado para essa etapa foi de R$ 939,5 mil. O preço por aluno foi de R$ 18,79 (2009) para R$ 61,91. Segundo o Inep, os valores subiram porque nesta edição haverá quatro aplicações distintas e houve aumento no número de cidades.

O pré-teste é uma etapa que foi inserida na avaliação com o novo formato do Enem -- as questões precisam ser "testadas" para que o instituto possa avaliar o seu nível de dificuldade e, com isso, dar-lhes pesos diferentes na correção da prova que será aplicada no dia do exame. É testado um número de questões muito superior ao que será utilizado na prova, de modo a formar um banco de itens que poderão ser utilizados.

Neste ano, o Inep deve aplicar provas a 100 mil estudantes em 40 cidades -- em 2009, o pré-teste foi feito com 50 mil alunos em dez capitais. Naquela ocasião, um diretor do Inep comentou: "com 10 mil, 15 mil itens, a chance de um candidato que participou do pré-teste encontrar o mesmo teste na prova é muito pequena. E, dificilmente, o candidato se lembraria da pergunta".

No ano passado, a responsabilidade pelo pré-teste foi da Consultec. Neste ano, a tarefa ficará a cargo do consórcio formado pela Fundação Cesgranrio e FUB/Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe), contratados com dispensa de licitação.

Segundo reportagem do jornal O Estado de . Paulo, o aumento do valor do contrato causou estranhamento entre as fontes ouvidas por eles. Os preços, segundo essas fontes não nomeadas no texto, deveria diminuir e não aumentar. Eles compararam o pré-teste a uma gráfica que deveria ter economia de escala, ou seja, quanto maior o número de livros impressos, menor fica o preço por exemplar.

Correios

O MEC (Ministério da Educação) pagará aos Correios R$ 18 milhões pelo serviço de distribuição das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2010. O contrato ainda não foi assinado, mas, segundo a pasta, deverá ser formalizado nos próximos dias.

Hoje (11) foi publicada no Diário Oficial da União portaria que dispensa a exigência de licitação para a contratação dos serviços dos Correios. Segundo o texto, a empresa prestará os serviços de logística na “coleta, no tratamento, transporte, na guarda e distribuição” das provas do Enem em todo o país.

Contratos de informática

O Inep vai renovar pela quinta vez –e, agora, emergencialmente– dois contratos com empresas de informática que terceirizam funcionários para o órgão. A licitação que escolheria uma nova empresa foi suspensa por decisão judicial há dois meses e o instituto diz que não pode ficar sem essa mão de obra.

As empresas Cast e Poliedro fornecem pessoal de “suporte técnico” ao órgão desde agosto de 2005 e os contratos, com duração de 12 meses, têm sido renovados desde então. De acordo com a lei de licitações, o limite de renovações é de 60 meses –prazo que, no caso dos contratos do Inep, termina no próximo final de semana (no dia 14 para a Cast e, no dia 15, para a Poliedro). A legislação, no entanto, permite uma última renovação em caráter “excepcional”, por mais 12 meses. É essa a brecha que o órgão vai usar.

sábado, 7 de agosto de 2010

Encerramento de Turma de Informática











O Professor Auri Marconi Diniz encerrou a terceira turma do projeto de extensão "informática para iniciantes" com uma solenidade de entrega de certificados.

Estiveram presentes a solenildade além do professor coordenador do projeto "prof Marconi", o representante da CDL, Zilklênio Azevedo, o chefe do departamento de ciências contábeis, professor Aluísio Dutra e o diretor do CAJIM, professor Jozenir Calixta.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Entrega de Certificados

Será entregue nesta sexta-feira, 06 de agosto de 2010, as 19:30h, no Campus Avançado Prof. João Ismar de Moura - CAJIM, os certificados de conclusão da terceira turma do projeto de extensão "informática para iniciantes" coordenado pelo prof. Auri Marcon Diniz.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Merenda Escolar

Em 2010, 15 ex-prefeitos já foram condenados pelo TCU por irregularidades na merenda escolar

Rafael Targino
Em São Paulo

Um levantamento feito pelo UOL Educação mostra que, entre janeiro e agosto, 15 ex-prefeitos foram condenados pelo TCU (Tribunal de Contas da União) a devolver dinheiro para o governo federal por causa de irregularidades na distribuição de merenda escolar.

O valor devido pelos políticos chega a R$ 5,4 milhões, em valores da época das irregularidades. Neste ano, o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) está repassando a Estados e municípios R$ 0,30 por dia para cada aluno. Tomando por base esse valor, seria possível alimentar, em um dia, 18 milhões de crianças em idade escolar com a verba desviada a ser devolvida. Em 2010, o governo federal deve gastar R$ 3 bilhões em merenda.

Dos 15 casos, quatro estão no Maranhão, quatro na Bahia, dois em São Paulo e, o resto, dividido entre Goiás, Alagoas, Amapá, Pará e Pernambuco. Uma ex-prefeita de Caxias (MA), a 360 km da capital São Luís, é a que teve condenação no valor mais alto: cerca de R$ 2 milhões. Além de ter comprado alimentos com preços acima dos praticados no mercado, foram detectados problemas em notas fiscais.

As irregularidades identificadas pelo FNDE –que faz uma complementação do dinheiro da merenda aos municípios– e pelo TCU vão desde o superfaturamento de produtos à falta de prestação de contas. Segundo o fundo, um ex-prefeito de Dormentes (PE), a cerca de 700 km de Recife, forneceu quantidades menores de merenda do que o custeado pelo PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar, que é do FNDE). No Pará e em Alagoas, há ex-prefeitos que deixaram de distribuir a comida para as escolas.

Para José Matias Pereira, professor de administração pública da UnB (Universidade de Brasília), o que estimula algumas autoridades a desviarem esse tipo de verba é a sensação de impunidade. “O alimento, às vezes, é a motivação para o aluno ir para a escola. Quando você pega um prefeito que se posiciona dessa forma [desviando recursos], na verdade, ele age dentro de um contexto e é motivado, principalmente, por interesses menores”, diz.

13 milhões

O tempo para que um gestor público seja condenado pode passar de cinco anos. Um ex-prefeito de Ibirapitanga (BA), a 361 km de Salvador, por exemplo, teve problemas com contratos em 1998 e foi condenado somente em 2010. A demora no julgamento das ações acaba elevando o valor devido, já que as decisões exigem o pagamento com correção monetária. O valor a ser devolvido já pode ter passado de R$ 13 milhões.

Mesmo com a devolução, o dinheiro não volta necessariamente para o FNDE ou para o Ministério da Educação, já que o depósito precisa ser feito na conta única do Tesouro Nacional.

O professor também critica a demora em punir os responsáveis. “Se você me perguntar se um diretor de escola não sabe que os alunos estão sendo alimentados, sim, ele sabe. Essa informação teria que ir para um sistema de controle e ter prioridade”, afirma. Quem detectar irregularidades nas merendas pode denunciar o fato ao Ministério Público.

Fonte: Uol Educação.