Ética e Cidadania
VAlores para a vida
Ética e Cidadania temo como objetivo construir valores para a vida do estudante na escola e na sociedade.
Assim, ela promove uma ética capaz de conduzir princípios de boas condutas para os pequenos cidadãos.
"Ser ético é agir com respeito, solidariedade, responsabilidade, justiça, não violência; é usar o diálogo nas mais diferentes situações; é comprometer-se com o que acontece na vida coletiva da comunidade e do País".
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
OS PAIS COMO PROFESSORES
Como pai, você é chamado a desempenhar vários papéis na vida de seu filho. Um dos mais importantes é o de criar um ambiente estimulante e cheio de amor para ele. Outro é encorajar seu filho a ter uma boa autoimagem, embora saibamos que nenhum fator isolado seja absolutamente essencial para o desenvolvimento.
As melhores atitudes para isso são: aceitação incondicional, preocupação, compaixão, respeito, manutenção de um relacionamento digno e partilhado, encorajamento da liberdade e da independência dentro de limites claramente definidos.
Hoje em dia, já sabemos que uma criança começa a absorver informações desde o momento em que nasce, e é dos pais que os filhos obtêm a maior parte dessas informações. Os pais, portanto, tornam-se totalmente responsáveis pela primeira fase do aprendizado dos filhos, e seu papel como educadores é de suma importância.
As melhores atitudes para isso são: aceitação incondicional, preocupação, compaixão, respeito, manutenção de um relacionamento digno e partilhado, encorajamento da liberdade e da independência dentro de limites claramente definidos.
Hoje em dia, já sabemos que uma criança começa a absorver informações desde o momento em que nasce, e é dos pais que os filhos obtêm a maior parte dessas informações. Os pais, portanto, tornam-se totalmente responsáveis pela primeira fase do aprendizado dos filhos, e seu papel como educadores é de suma importância.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
13ª ROMARIA DA JUVENTUDE.

Foi realizada neste domingo um dos maiores encontros católicos ja visto no município de Patu-RN. A 13ª Romaria da Juventude iniciou com uma missa na paróquia de nossa senhora das dores. Em seguida um trio levou o pessoal que iam a pé e de carro, para o santuário de nossa senhora dos impossíveis, onde participaram de outra celebração e em seguida shows com bandas religiosas.
domingo, 25 de outubro de 2009
A IMPORTÂNCIA DOS LIMITES NA VIDA DA CRIANÇA
Qual é o melhor atrativo para desviar a atenção de uma família, senão uma criança? Ela chega para transformar vidas, alterar a rotina d eum lar, determinar o ritmo da casa: os horários, os programas de televisão, o cardápio e até as atividades de lazer. Dotada de uma capacidade infalível de persuadir, detém técnicas implacáveis para domar gente grande. A sua eficácia é tamanha que, com um simples gesto, lança por terra defesas, rui as estruturas, pois sabe o momento exato para derramar uma lágrima ou abrir um irradiante sorriso para consumar suas conquistas.
Com essas táticas infalíveis, monopoliza um lar. Se não for refreada, perde a noção de limites. Poré, muitos pais esbarram no sentimento no momento de agir e pecam por acreditar que amor é fazer todas as vontades e liberdade é sinônimo de criança feliz.
Para educar num mundo repleto de influências, necessário delimitar espaço, definir papéis e não abrir mão de itens fundamentais - educação social, educação religiosa e escolarização, tão indispensáveis que, há milênios, o maior de todos os livros já alertava: "Ensinai à criança o caminho em que ela deve andar, e, mesmo depois de velha, ela não desviará dele" (Prov. 22:6).
Com essas táticas infalíveis, monopoliza um lar. Se não for refreada, perde a noção de limites. Poré, muitos pais esbarram no sentimento no momento de agir e pecam por acreditar que amor é fazer todas as vontades e liberdade é sinônimo de criança feliz.
Para educar num mundo repleto de influências, necessário delimitar espaço, definir papéis e não abrir mão de itens fundamentais - educação social, educação religiosa e escolarização, tão indispensáveis que, há milênios, o maior de todos os livros já alertava: "Ensinai à criança o caminho em que ela deve andar, e, mesmo depois de velha, ela não desviará dele" (Prov. 22:6).
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
FALTAM LIMITES? DE QUEM: CRIANÇAS OU ADULTOS?
Muitas famílias me procuram para conversar a respeito de limites e d euma tal de "agressividade" infantil. Trazem os mais diferentes relatos de espancamento, cusparadas, mordidas e emporrões. Falam dos escândalos em lugares públicos, em festas de criança, na porta da escola...Sempre se perguntam se a criança tem algum problema, se esse comportamento acontece também no espaço escolar. Sempre trazem a mesma questão: como colocar limites? Como fazer para a criança obedecer e se tornar educada?
São dois pontos importantes e que estão ligados a dois aspectos:
Um de ordem conceitual, pois existe um modelo de criança esperado pelas famílias, portanto, uma concepção de infância; e o outro, de ordem "prática", que está relacionado ao conceitual, que dirá o que fazer nessas situações.
A primeira coisa que a escola pode fazer para ajudar as famílias é mostrar que é bem possível que o que se espera do filho ou da filha seja demais para eles. É tentar fazer com que as famílias construam uma imagem do filho sem estar colocada à imagem da cirança ideal. Sai a pressão, a conformidade da conduta, entra a criança, colocada na família específica.
Uma vez feito isso, é muito importante que desfaçamos algumas ideias de autoridade. Autridade não é uma relação construída sem respeito, sem integridade. Autoridade é firmeza, paciência e persistência nas palavras.
São dois pontos importantes e que estão ligados a dois aspectos:
Um de ordem conceitual, pois existe um modelo de criança esperado pelas famílias, portanto, uma concepção de infância; e o outro, de ordem "prática", que está relacionado ao conceitual, que dirá o que fazer nessas situações.
A primeira coisa que a escola pode fazer para ajudar as famílias é mostrar que é bem possível que o que se espera do filho ou da filha seja demais para eles. É tentar fazer com que as famílias construam uma imagem do filho sem estar colocada à imagem da cirança ideal. Sai a pressão, a conformidade da conduta, entra a criança, colocada na família específica.
Uma vez feito isso, é muito importante que desfaçamos algumas ideias de autoridade. Autridade não é uma relação construída sem respeito, sem integridade. Autoridade é firmeza, paciência e persistência nas palavras.
A CRIANÇA QUE QUERIA SER UMA TV.
Eis a oração de uma criança:
"Senhor, faze de mim um aparelho de televisão, para que meus pais me tratem como eles tratam o televisor. Para que olhem para mim com o mesmo interesse com que olham para a tela da TV; especialmente quando minha mãe assite à sua novela favorita, e meu pai, ao seu esporte predileto. Eu queria falar como aqueles homens, pois, quando eles falam, toda a família fica em silêncio para ouvir bm o que eles têm a dizer.
Eu gostaria de ver mamãe se admirar de mim como ela se admira quando vê a última moda na tela. Eu gostaria que meu pai risse comigo como ele faz quando os artistas contam suas piadas. Eu gostaria que meus pais me dessem tanta atenção quanto dão ao televisor. Quando este não funciona, imediatamente mandam cha,ar o técnico para consertá-lo.
Eu gostaria de ser um televisor e, assim, ser o melhor amigo dos meus pais e a pessoa mais importante para eles. Oh! Pai do céu, se tu me transformasses num televisor, eu novamente teria pais e poderia me sentir feliz! Pai, faz de mim um televisor, em nome de Jesus Cristo. Amém."
Senhores Pais...Crianças precisam de atenção, carinho e muito respeito.
"Senhor, faze de mim um aparelho de televisão, para que meus pais me tratem como eles tratam o televisor. Para que olhem para mim com o mesmo interesse com que olham para a tela da TV; especialmente quando minha mãe assite à sua novela favorita, e meu pai, ao seu esporte predileto. Eu queria falar como aqueles homens, pois, quando eles falam, toda a família fica em silêncio para ouvir bm o que eles têm a dizer.
Eu gostaria de ver mamãe se admirar de mim como ela se admira quando vê a última moda na tela. Eu gostaria que meu pai risse comigo como ele faz quando os artistas contam suas piadas. Eu gostaria que meus pais me dessem tanta atenção quanto dão ao televisor. Quando este não funciona, imediatamente mandam cha,ar o técnico para consertá-lo.
Eu gostaria de ser um televisor e, assim, ser o melhor amigo dos meus pais e a pessoa mais importante para eles. Oh! Pai do céu, se tu me transformasses num televisor, eu novamente teria pais e poderia me sentir feliz! Pai, faz de mim um televisor, em nome de Jesus Cristo. Amém."
Senhores Pais...Crianças precisam de atenção, carinho e muito respeito.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
INVEJA...O PIOR DOS SENTIMENTOS!
A inveja, conforme Sebastián de Covarrubias
Inveja é um sentimento de aversão ao que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materiais como qualidades inerentes ao ser)e de tirar essa mesma coisa da pessoa, fazendo com que ela fique sem. É um sentimento gerado pelo egoncentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor. A origem latina da palavra inveja é "invidere" que significa "não ver". Com o tempo essa definição foi perdendo o sentido e começado a ser usado ao lado da palavra cobiça, que culminou, então, no sentido que temos hoje.
Os indivíduos disputam poder, riquezas e status, aqueles que possuem tais atributos sofrem do sentimento da inveja alheia dos que não possuem, que almejariam ter tais atributos. Isso em psicologia é denominado formação reativa: que é um mecanismo de defesa dos mais "fracos" contra os mais "fortes".
A inveja é originária desde tempos antigos, escritos em textos, que foi acentuado no capitalismo e no darwinismo social, na auto-preservação e auto-afirmação, a inveja seria, popurlamente falando, a arma dos "incompetentes".
Numa outra perspectiva, a inveja também pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual.
Inveja é um sentimento de aversão ao que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materiais como qualidades inerentes ao ser)e de tirar essa mesma coisa da pessoa, fazendo com que ela fique sem. É um sentimento gerado pelo egoncentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor. A origem latina da palavra inveja é "invidere" que significa "não ver". Com o tempo essa definição foi perdendo o sentido e começado a ser usado ao lado da palavra cobiça, que culminou, então, no sentido que temos hoje.
Os indivíduos disputam poder, riquezas e status, aqueles que possuem tais atributos sofrem do sentimento da inveja alheia dos que não possuem, que almejariam ter tais atributos. Isso em psicologia é denominado formação reativa: que é um mecanismo de defesa dos mais "fracos" contra os mais "fortes".
A inveja é originária desde tempos antigos, escritos em textos, que foi acentuado no capitalismo e no darwinismo social, na auto-preservação e auto-afirmação, a inveja seria, popurlamente falando, a arma dos "incompetentes".
Numa outra perspectiva, a inveja também pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual.
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